3.12.16

JOGOS DO MEU TEMPO... OU UMA SUGESTÃO DE PRENDA DE NATAL

Pessoas que viveram a sua juventude nos anos 80, que é o meu caso, têm na memória os jogos que nessa época estavam na moda. Quem não se lembra da Batalha Naval, da Forca, do Stop, Código Secreto? Não sei, se agora, os mais novos conhecem estes jogos e se conhecem, se acham piada.
Eu continuo a achar e, descobri-os nesta loja. O pessoal da "The Purple Cow", que devem ser pessoas para a minha idade, tiveram a feliz ideia de colocá-los em caixas finas, metálicas, com peças magnéticas e que são ótimos para levar em viagens.
Os jogos custam 6,90 € cada, são divertidos, são para o menino e para a menina dos 5-6 aos 99 anos.
Um bela prenda de Natal e a preço em conta. Três deles já cá estão em casa.

Batalha Naval

 A Forca

Código Secreto

Os outros jogos
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1.12.16

OFICIALMENTE ABRIU A ÉPOCA DO NATAL... CÁ EM CASA

Não sei como é em vossa casa, mas por aqui, montar a árvore de Natal é uma saga.
Já há duas semanas que a M. não fala de outra coisa e eu já começo a stressar. Só de pensar que tenho que entrar na arrecadação com mil e um caixotes em frente da dita caixa onde está a dita árvore, ter que procurar os enfeites e as luzes, que durante o ano vão sendo empurrados para o fundo da arrecadação... Até me dá suores frios.
Mas prometi-lhe que hoje, dia 1, iríamos tratar do assunto. Às 8 da manhã, quase que me arrastava da cama a dizer: "Mãe, é hoje que montamos a árvore de Natal? É hoje? Vá lá, vá lá... Que remédio.
O que vale é que a decoração ficou a cargo da filha e do pai, o que já me poupou trabalho.
Eu gosto daquelas árvores decoradas com laços vermelhos ou dourados, bolas grandes, fitas vermelhas, etc... Mas aqui em casa é um pouco diferente. A árvore está carregada de bonecada.
Ela é fadas, palhaços, casinhas, ratinhos, músicos, fatias de bolo, gnomos... e até o Ruca não pode faltar, todos os anos está lá pendurado. Bem, o Natal é para eles e a árvore também.

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29.11.16

O PODER DO CHOCOLATE

Neste post aqui, tinha referido que nesse dia tínhamos comido a sobremesa noutro local. Fomos experimentar o chocolate da Bettina e Niccòlo Corallo. Na zona do Príncipe Real faz-se um dos melhores chocolates de Lisboa. Para os mais gulosos pode não ser a escolha mais acertada, porque os chocolates não são doces. Para os apreciadores, este é o sítio certo.
Pedimos um brownie (3 € a unidade), é de consistência cremosa e desfaz-se na boca. Já o café é um tanto amargo (1 €), mas bom.
Vendem também chocolate a peso, com avelãs, gengibre cristalizado, etc... Ouvi falar de um gelado de chocolate, mas não foi desta que provei.

O espaço não é muito grande, mas é agradável. Não é barato... mas de vez enquanto, podemos satisfazer o pecado da gula.
Fica na Rua da Escola Politécnica, 4/6 em Lisboa.






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27.11.16

O MURAL

Quem tem por hábito de ir à Feira da Ladra às terças-feiras e sábados, talvez ainda não tenha reparado no grande painel de azulejos que cobre o muro do Jardim Botto Machado. Isto, porque em dias de feira é tapado pelas tendas dos feirantes, mas nos outros dias, e aconselho aos domingos, o mural está livre de tendas e carros, podendo assim, ser apreciado por todos. E é lindo.
O MUDE é responsável pela colocação deste mural da autoria de André Saraiva. Tem como objetivo a promoção de arte pública, conservação e promoção do azulejo levado a cabo pela CML em parceria com a Viúva Lamego, HCI Construções e a SECIL.
Contou também com a preciosa ajuda dos alunos de pintura de Bela-Artes de Lisboa, que auxiliaram André Saraiva. Este mural tem cerca de 170 metros, 950 m2 de área e 46000 azulejos pintados à mão.
Venham ver este mural ao vivo, e garanto-vos que é bem mais bonito do que aparece nesta imagens.
Sugiro a um domingo, de manhã, com Sol, sem carros e tendas a tapá-lo.
Gosto.


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25.11.16

A PEDALAR PARA PETISCAR

Já se imaginou a sair de casa, a pedalar na sua Órbita, pelos bairros de Lisboa e entrar nas tascas mais típicas, e experimentar os seus petiscos? Não? 
Para facilitar a canseira que isso possa causar, o recém-inaugurado restaurante "A Bicicleta" resolveu juntar cinco bairros lisboetas e fazer um trajeto gastronómico no mesmo espaço.
Sob a orientação do Chef espanhol, Javier Bello, fomos a “pedalar” até Belém provar uma saborosa salada de polvo com pimentos de três cores, por sinal muito bem temperada. Seguimos caminho e fomos até ao Chiado, e comemos um pãozinho cozido a vapor com secretos de porco preto e tomate picado. No Bairro Alto, apreciámos um camarão com leite de coco, gengibre, erva-príncipe e ervilhas-tortas, delicioso. Em Alfama degustámos um puré de batata com bacalhau, cebola caramelizada, grelos salteados com sementes de sésamo e azeitonas (estas são daquelas que se desfazem na boca) e por fim na Baixa experimentámos os enlatados de bacalhau, atum e sardinha. Nos intervalos, lá fomos comendo umas rodelas de chouriço e uns queijinhos. Tudo muito bem regado com sangria, servida de uma forma muito original, dentro de um saco de plástico, sumos de tomate e vinhos branco e tintos de várias regiões. Para sobremesa fomos brindados com abacaxi e melão em cubos mergulhados numa calda e uns fantásticos brigadeiros. A apresentação de todos os pratos é fantástica.
O conceito é muito interessante, os petiscos são muito bons e têm um toque especial e original do Chef e o ambiente estava muito agradável. 
O Restaurante A Bicicleta fica no Hotel Novotel, Rua José Malhoa, nº 1 – 1A em Lisboa.
Obrigada pelo convite. Gostei.

Sumo de tomate

A sangria

Em Belém

No Bairro Alto

Em Alfama

 No Chiado

Na Baixa

Uma das sobremesas

 O ambiente
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21.11.16

TEATRO INFANTIL... PORQUE NÃO?

A M. está super entusiasmada porque vai ver "O Gato das Botas - O Musical" em visita de estudo com a escola. Tem por hábito ir ao teatro ver peças infantis, seja com a escola ou com a avó, que mora mesmo ao lado do Teatro Bocage.
Desta vez vai ao Teatro Armando Cortez, ver a peça protagonizada pelos atores do TIL (Teatro Infantil de Lisboa). 
Sempre gostei de peças de teatro infantis, e tenho um carinho especial por este grupo. Até porque alguns anos atrás, tive oportunidade de ver algumas estreias, e uma das peças até assisti nos bastidores. Vi o Corcunda de Notre Dame, O Pinóquio, Romeu e Julieta Uma História de Gatos e a Cinderela, com textos e encenações do Fernando Gomes. As histórias "fogem" aos contos originais, os musicais são muito alegres e os cenários são sempre fantásticos. Assisti a estas peças, ainda o TIL tinha "residência fixa" no Teatro Maria Matos.
Tinha como colega um dos elementos da companhia, o ator Agostinho Macedo (saudades) que fazia questão de nos convidar (a mim e às colegas) para assistirmos às estreias. 

Já disse que gosto de teatro infantil? Acho que sim...
A M. e os coleguinhas vão gostar com toda a certeza.
A peça está em cena no Teatro Armando Cortez, para as escolas, e aos fins-de-semana para as famílias. Consulta de horários aqui.
Vamos lá ao teatro.



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19.11.16

É BOSSA... NOVA PARA O ESTÔMAGO

Nem todos os restaurantes de comida brasileira têm de ser de rodízio. E o Bossa é exemplo disso.
Perdão... não é um restaurante brasileiro. É um restaurante de fusão com muitas influências do Brasil, da América Central e de sabores mediterrâneos.
A localização é numa zona nobre de Lisboa, no Príncipe Real, mas com muita dificuldade de estacionamento. Não sei se por isso, mas o restaurante estava vazio e já eram 13h30 de sábado.
Mesmo sem ninguém, lá entrámos e fomos muito bem recebidos. A decoração é alegre, as mesas são pintadas de azul, com cadeiras de verga, os quadros muito anos 50, as almofadas coloridas dão um ambiente muito agradável e uma parte da parede, onde se localiza a cozinha e o bar, é pintada em tons de azul, branco e verde.
Para entrada sugeriram uns pastéis de palmito e mozzarella, acompanhados de quadradinhos de pimentos devidamente temperado (4 unidades, 6€). Para prato principal, o P. escolheu um Bobó de camarão com arroz de amêndoas (13€), saboroso, mas podia ter vindo com um pouco mais daquele molho. Eu escolhi um Hambúrguer de picanha em bolo do caco com mandioca frita, com molho de maionese, alcaparras e alho e molho de mostarda com manga, ambos muito bons. Toda a refeição foi feita ao som da bossa nova... claro.
Gostámos, mas não amámos. Mas mesmo assim vale a pena lá ir. Até porque à noite há música ao vivo e deve ser interessante.
A sobremesa comemos noutro sítio, mas isso dará outro post.
O Bossa fica na Rua do Jasmim, nº 16 em Lisboa.



Pastéis de palmito e mozzarella

Bobó de camarão com arroz de amêndoas

Hambúrguer de picanha em bolo do caco com mandioca frita e molhos

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