30.7.16

O PEQUENO PARAÍSO...



Para quem gosta de tecidos, fitas, tules, rendas, pompons, festas temáticas e acessórios giros, como eu gosto, esta loja é um pequeno paraíso.
É aqui que compro tecidos lindos para fazer as bandoletes para a M. e as rendas para aplicar nas camisolas e vestidos. Têm também acessórios para as festas de crianças, desde copos de papel, talheres de madeira, dispensadores de sumo, garrafinhas de vidro, pequenas ardósias, balões originais, bandeirolas, etc...
Para casamentos e outras festas também têm acessórios muito divertidos e de muito bom gosto.
Material para "scrapping", papel e cartolinas várias. Bolsinhas em tecidos laváveis e não só. Linhas e lãs de todas as cores. Cestas, letras em madeira e cartão, almofadas, "lightboxes", cortantes, caixas metálicas, etc.
Tudo super amoroso, daqueles sítios onde dá vontade de levar tudo. Já conheço a loja há uns anos e está cada vez mais bonita. E fazem "workshops", informem-se.
Chama-se At Home Hobby, fica na Rua das Picoas, nº 10 C, em Lisboa.





























27.7.16

SER POETA É...


Antes que façam arabescos e riscos, fica aqui o registo fotográfico (no muro do quartel da Graça) do meu poema preferido de Florbela Espanca.
Ouvi-o em versão cantada pela primeira vez pela voz de Luís Represas, no ano de 1987, vinha no álbum "Terra Firme" dos Trovante com música de João Gil (é para verem como sou antiga...). Quem não conhece o poema cantado, veja e ouça aqui .
Gosto deste poema/canção.


25.7.16

OS GIGANTES DO MAR


Fomos ver os barcos no domingo de manhã, naquela que sendo cedo não iria muita gente. Engano meu. Meia Lisboa e arredores foram ver os barcos. 
A passagem da The Tall Ships Races durou quatro dias (22 a 25 de julho) com cerca de 60 veleiros de 15 nacionalidades e 5000 tripulantes, e os visitantes puderam circular no Terminal de Cruzeiro de Lisboa, em Santa Apolónia, gratuitamente. Em horário estipulado podíamos entrar em alguns barcos.
Só conseguimos visitar o Creoula (Navio de Instrução da Marinha Portuguesa) e o Barco Escola do México (Armada de Mexico - Buque Escuela "Cuauhtemoc"), ao meio-dia o acesso aos barcos era vedado por ser hora de almoço da tripulação, voltando a reabrir à tarde. Para a M. foi uma aventura, nunca tinha entrado nestes grandes veleiros, logo foi uma manhã de grande agitação. Agitação e calor que não se podia. 
Muitas opções de comes e bebes (street food), para quem quisesse almoçar, lanchar ou jantar por lá. Atividades desportivas e recreativas e ao final do dia música ao vivo. Gostámos.
Gosto de barcos.


O Creoula





 Barco Escola do México







Vista geral



24.7.16

AS GIRAÇAS DESTE VERÃO


Se calhar até é moda, mas devo andar muito distraída, porque só hoje tive conhecimento destas pulseiras. Descobri-as num evento (farei um post em breve). Olharam para mim, eu olhei para elas e foi amor à primeira vista. São um conjunto de três, elásticas com cores de verão, brancas, cobres, azuis, douradas e até pretas. São ajustáveis ao pulso e também servem para apanhar o cabelo. Giras para a praia, escritório, sunsets, etc. Todas têm nome. As minhas são as Saint-Tropez. A marca chama-se Skin Feelings e é francesa. Vendem também tatuagens temporárias e alguma bijuteria. Não são caras, no site custam 5 euros. Procurem em www.skinfeelings.com .
Gosto destas pulseiras.

Marocco

Paradise Cove


Saint- Barth'


Sayulita


Venice


Wategos



23.7.16

JARDIM COM VISTA SOBRE LISBOA


Chama-se "Jardim da Cerca da Graça" e é um dos maiores espaços verdes da zona histórica de Lisboa.
Morei muitos anos nesta zona, e sempre achei que era um desperdício um espaço tão grande e praticamente ao abandono. Este terreno pertencia à cerca do Convento da Graça.
Com projeto aprovado para fazer um jardim público, esta obra contemplou a plantação de cerca de 180 árvores e arbustos, relva, um parque de merendas, ótimo para as festas da criançada até porque também tem um parque infantil e um quiosque com esplanada.
Tem três miradouros, com uma vista fantástica sobre o castelo de São Jorge e ainda se vê o Cristo Rei na margem Sul. Este jardim tem passagens e ligações entre os bairros da Graça e da Mouraria, até porque tem uma entrada junto ao Convento da Graça, outra na Calçada do Monte e a terceira junto da zona das Olarias. E foi inaugurado a 17 de junho de 2015.
A M. adora. É passeio sagrado aos sábados. Podem-se fazer piqueniques e festas de aniversário, há espaço para as crianças e a vista é maravilhosa. Fica na Rua Damasceno Monteiro a caminho do Largo da Graça em Lisboa.
Gosto deste jardim.




 O quiosque com esplanada

 O parque infantil com escorrega

 Zona para fazer caminhada com vista para o Convento da Graça



21.7.16

AFINAL EXISTE...


Eu: Porque é que não há uma placa no exterior a identificar este sítio?
O senhor: Porque este lugar não existe.
Eu: Como?!?!?
O senhor: Porque este espaço chama-se "Aquele Lugar que Não Existe".
Eu: Então como é que as pessoas vêm cá parar?
O senhor: Pelo passa a palavra.

Numa altura em que a internet está no auge e as redes sociais ao rubro, este espaço optou por esta forma de comunicação, a mais antiga, o passa a palavra. E pelos visto esta estratégia de marketing ainda funciona.
Efetivamente as pessoas aparecem, ou porque já ouviram falar ou porque passam pela rua e sentem curiosidade e acabam por entrar e ficam, numa deixa ver como isto é.
E o que é isto? É um restaurante, muito "cool". Um espaço super alternativo, decorado com peças recicladas, desde as mesas às cadeiras, a mesa de snooker, os candeeiros, mas tudo criteriosamente escolhido e estrategicamente colocado nos sítios certos.
Fomos recebidos por um empregado colombiano, super simpático que nos pôs completamente à vontade. Deixou-nos escolher o lugar e andamos a bisbilhotar todos os cantos. A mesa de snooker no centro do restaurante foi a diversão da M. e a delícia do pai. 

E o que se come? 
Pizzas e não só. Mas não são umas pizzas quaisquer, são aquelas exóticas que não existem em mais lugar nenhum. Cozidas num forno especial que está num canto do restaurante. As pizzas têm nomes muito curiosos, tais como: Tailandesa de Sintra, Mexicana de Samora Correia ou Transmontana do Azerbeijão. Optamos por uma Vietnamita de Chelas (Gambas em azeite d'alhos salteadas em vinho branco, alcachofras, azeitonas da Liguria, cebola fresca e molho agridoce picante), para a M. uma especial para crianças, a Margarita. Muito bom.  
Mas há outras opções. A lista de pratos é acompanhadas de imagens do género kamasutra, porque quase todos têm picante, daí a associação. Espetada de bacalhau com pimentos padron e tomate cherry ou Peito de franga (é mesmo franga que está escrito) marinado em caril amarelo, soja açúcar mascavado, sumo de limão e caril e muito mais. Todos os pratos dizem o grau de picante, se é doce ou se tem lactose.

Mas de entrada foi-nos sugerida uma Tempura de cebola agridoce. Divinal.

Tem vinhos, sumos naturais de laranja com melancia e outras variedades. Optamos por água fresca.A sobremesa um crepe com recheio de chocolate, banana e queijo mascarpone, regado com um pouco de licor e frutos secos. Bom demais.

Preços são acessíveis, pizzas a 12,5 euros e os outros pratos andam à volta dos 7,90 euros e sobremesa a 5,50 euros.

Onde fica?
Um lugar que não existe, não fica em lado nenhum. Certo? Errado. Fica na Rua do Açúcar, nº 89 em Marvila, Lisboa. 
Gostei e vou voltar.

A entrada



Vista geral


 Pormenor do candeeiro


A garrafeira original

Os sumos naturais


 Pormenor das paredes

Decoração, género instalação

Forno das pizzas e zona de confeção

Uma das mesas, são todas diferentes

A diversão da filha e pai. Caixa de madeira reciclada com luzes por cima da mesa de snooker.

Pormenor decorativo

Tempura de cebola agridoce


 As nossas pizzas

A sobremesa, nhammm!


Curiosidade da casa de banho

Fachada exterior, um armazém transformado em restaurante